"As folhas ao vento caem como ouro,
Longos e incontáveis anos
Passaram como meu rápido piscar de olhos
Em grandiosos portões do oriente
Sob a abóbada celestial,
Onde as estrelas tremem ao canto
Da sua voz sagrada e majestosa
Pois agora a rainha dos sonhos
De cima do monte, ergueu as mãos como nuvens
E todos meus caminhos imergiram em trevas profundas,
E, vinda de uma terra cinzenta, a escuridão se deita
Sobre as ondas espumantes entre nós dois
E a névoa cobre para sempre meu brilho
Agora perdido; perdido para aqueles de longe,
A deusa da luz imaginária."
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